Move on, como diria uma amiga minha. Nada, de bom ou de ruim, demora muito em minha vida. Eu mudo constantemente. Não chego a pensar se gostaria de ser diferente nesse ponto em particular. Mas a verdade é que eu não sei se poderia ser definido como ser gregário. Todas as minhas ações acabam por tomar proporções muito intensas. É como se eu pudesse em questão de semanas aprender e desaprender tudo. E voltar a aprender em semanas subsequentes. Sinto-me imerso num looping, no qual, estranhamente, não volto ao ponto inicial. Na verdade, estaria mais para elipses paralelas, com pontos de intersecção que me ligam com o passado, numa espécie perversa de déjà vu.
Quanto a vampiros, ainda resta muito para alcançarem minha jugular. Assim sendo, contentem-se com o que eu ofereço, ou, de outro lado, desesperem-se…