Archive for March, 2007

Trilha sonora

Por que as músicas românticas nunca podem ser utilizadas para retratar qualquer das fases da minha vida? “É… só tinha de ser com você…” “Ser teu pão, ser tua comida” “Você é assim… é tudo pra mim…” “Fundamental é mesmo o amor… é impossível ser feliz sozinho”

Façam-me uma garapa… Daquelas com limão, para tirar esse gosto de minha vida… É muito mel… E mel, só gosto com gengibre…

Prefiro uma “isn´t ironic? Don´t you think?” “Eu não gosto do bom gosto, eu não de bom senso, eu não gosto dos bons modos, não gosto” “quero ver como suporta me ver tão feliz” e claro, “tu és o mais belo dos belos, traz paz e riqueza… tens um brilho tão forte”… kkkkk

Purificar o Subaé

“Quem castiga nem é Deus… É os avessos”

Porque hoje eu estou muito bem.

Sobre elogios e broncas

É impressionante a capacidade que eu tenho de falar algumas coisas nos momentos menos oportunos. Não me tomem por inconveniente. Não é sobre isso que quero falar. Inclusive, não me considero inconveniente. Insuportável, às vezes, mas definitivamente, não inconveniente. Eu falo sobre a falta de modos de tocar em determinados assuntos. Posts atrás eu falei sobre a minha espontaneidade. Pois então… Como nada na vida tem apenas um lado, o revés da minha espontaneidade é a falta de tato de expressar minhas opiniões. Quando eu pensaria em falar algo de uma forma mais sutil, pronto… O interlocutor já recebeu as toneladas de frases proferidas espontaneamente. O caso mais recente disso foi uma pessoa muito, muito especial, que eu realmente nunca intencionaria magoar. Não sei se cheguei a tal. É uma pessoa que esconde, como ninguém, o que sente… Sei, entretanto, que tudo o que falei, e o que continuo falando, mesmo sem um jeitinho especial é o que sinto. Não posso me desculpar pelo que disse. Apenas pela forma. Quer dizer… nem sei se poderia me desculpar pela forma, porque só conheço essa forma. Agir diferente seria ser falso. E aí sim eu deveria pedir desculpas… Enfim, só queria dizer que as coisas têm de ser analisadas em todo o contexto. Podem me odiar pelo que digo. Fiquem com seus amigos, que riem contigo, elogiam-te  a cada ação… Porque um elogio pra sair da minha boca demora. Mas quando sai, não é preciso perguntar se é sério, porque é. Uma bronca, por outro lado, sai rapidinho. Mas sai cheia de carinho. Tenham medo, apenas, quando eu for indiferente. É porque eu deixei de ser seu amigo.

Sobre a minha Amélie

“… Amélie não tem namorado. Tentou uma ou duas vezes, mas o resultado não foi o que esperava. Em compensação, cultiva um gosto particular pelos pequenos prazeres. Enfiar a mão bem fundo no saco de cereais… quebrar a cobertura do crème brúlée com a colher…e jogar pedras no Canal Saint Martin.”

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Amélie é a essência da candura, quem lhe deu um nome e forma… Agora, ou melhor, desde o último domingo, passou a ser a coisa mais linda do pai… Um serzinho tão inocente, tão apaixonante… Eu ainda estou embasbacado com a minha filha… Sou pai babão confesso… mas com uma coisa dessas, quem não seria?

E saber que no domingo tudo o que eu precisava era de um pouquinho de esperança… Ô amiga… brigadão… vc não sabe o bem que me fez… Sua filha está aqui, no meu colo, enquanto escrevo esse post… Beijos

P.S.1: Visitas na casinha da minha filha são bem vindas: http://diariodeamelie.wordpress.com/

Ainda sobre o Tempo, mais uma vez

Um mês… À espera da chegada do meu inusitado e recém-aflorado amor… Sim… Vocês leram exatamente isso… Neste peito ainda bate um coração. E o tempo prova mais uma vez que é relativo. Que não obedece relógios… Que passa de acordo com o seu bel prazer, machucando o coração dos apaixonados…