Archive for September, 2006

Só pra contrariar!

 

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Bom, ontem foi o aniversário da minha queria Hera. Eu esqueci completamente! Assim, como forma de me redimir, é pra ela o meu último post! Noooooossa!!! Que homenagem, hein??? Assim não dá nem pra ficar com raiva de mim, dá?

Como forma de homenagem a todos os demais blogueiros, fica publicada a nossa foto, cujo nome de batsimo é: Porque pra felicidade, dentes à mostra são fundamentais!!!

Beijos grandes!!! Té mais!

Tudo que tem um começo, tem um fim…

Parafraseando um dos personagens que eu mais amo, o Oráculo, de Matrix, faço de suas palavras as minhas. Nada em especial. Só que esses próximos meses serão para mim uma revolução. Precisarei reunir todas as minhas forças para tentar me disciplinar. A disciplina é tão difícil para mim, que há a necessidade de eu parar de fazer tudo o que possa me dar um motivo para me desviar, lê-se: internet, tv, livros, novelas, dvds. Cinema, claro, está excluído dessa lista, que serve como uma válvula de escape e não toma muito tempo.

Agradeço de todo o coração a todos vocês que me visitam e que deixam comentários, os quais acabam por completar os posts.

Qualquer dia amigo eu volto…

A Dama na Água

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Shyamalan de novo… M. Night Shyamalan. Um diretor de extremos, exceto pela quase unanimidade da sua primeira obra, O Sexto Sentido. Muitas pessoas falaram mal de Corpo Fechado, Sinais, A Vila e, agora, A Dama na Água. Criaram uma tal Síndrome de Shyamalan, segundo a qual o diretor era refém de sua obceção em criar reviravoltas nos seus filmes. Pronto… Nesse filme não há reviravoltas. Na verdade, a Síndrome de Shyamalan talvez exista: a síndrome de querer fazer o filme perfeito. Um pouco de sensibilidade ao invés do sentimento mesquinho de tentar “descobrir o final do filme” faria bem aos espectadores de gosto duvidoso…

Esses dias

Fui à praia três vezes nessa última semana. Apesar de ter sido uma semana de muito trabalho, eu me permito determinados momentos meus. Só meus… Aprendi a me dar ao luxo… Bom, mas o post não se trata disso. A questão é que, numa dessas minhas idas, parei para tomar uma água de coco, e eis que me surge uma figura, qual uma cena dalinesca, um mendigo chega puxando conversa com a vendedora:

- Três dias sem comer, um ano sem tomar banho, tuberculose, grangrena, pneumonia, câncer, ebola…

A vendedora, com uma cara de despreocupação total, olha pra ele e diz:

- Se jogue debaixo de um carro então!

E o mendigo:

- De novo???