Me abraça, me aperta,
Me prende em tuas pernas,
Me prende, me força, me roda, me encanta,
Me enfeita num beijo!!!
Porque, acima de tudo, a pessoa TEM que saber mandar!!!
Me abraça, me aperta,
Me prende em tuas pernas,
Me prende, me força, me roda, me encanta,
Me enfeita num beijo!!!
Porque, acima de tudo, a pessoa TEM que saber mandar!!!

Há algum tempo eu não assistia a um filme tão assustador… Silent Hill, na sua sofrível tradução – como todas são – para o português, Terror em Silent Hill, nos conta uma história claustrofóbica, sufocante, angustiante… Toda a analogia dos fenômenos que acontecem num “mundo paralelo” com o que de fato aconteceu. A fotografia primorosa. O clima de tensão e, principalmente, a sirene… Salas de aula vazias. Assustadoramente vazias… Uma mãe em busca de sua filha. Até que ponto a coação e o amor nos dão alternativas?
De garganta inflamada… Passei a tarde toda na cama, dormindo e vendo o Sem Censura. Se tem uma coisa que eu adoro é aquela sensação de moleza no corpo todo. Ei!!! Não é masoquismo não! É que é gostoso – quando se pode ficar descansando, é claro…
Bom, de contra-partida, vem a coriza, insuportável. Eu odeio coriza. Idem para as pessoas que falam corizE, com É mesmo!!! Uffff! Ai ai… vou tomar uma sopinha…

Nossa Senhora mãe de Jesus,
Nossa Senhora de todos nós,
Roga por tudo que tudo é teu
Por cada coisa, por cada ser
Pelos quem cantam, pelos que choram,
Pelos que te esquecem e pelos que te imploram
Santa Maria, nossa senhora,
Maria dos tamarineiros
Dos riachos, manguezais
Dos dendezeiros bonitos
Maria dos canaviais
Maria das fontes limpas
Maria das cachoeiras
Maria das águas claras
Que brincam por sobre os eixos
Maria do subaé
De águas tristes pesadas
Maria dos barcos, canoas
Maria dos pescadores
De velas cheias de vento
Maria das canas doces
Dos alambiques, do mel
Maria das flores e folhas
Das sementes, dos espinhos
Maria de cada casa
E de todos os caminhos
Maria de nossa infância
De toda gente
Maria de todo amor
Maria de cada igreja
De azulejos, alfaias
Redoma e lindos altares
Maria das procissões
Das festas, das romarias
Dos cânticos, da alegria
Maria de cada noite
Maria de todo dia
Das praças, coretos, cinemas
Maria dos meus amores
Dos meus sobrados tristonhos
Dos meus mais doces sonhos
Maria dos seresteiros
Dos cantadores, poetas
Maria dos sinos plangentes
Maria das torres acesas
Das palmeiras solitárias
Das pontes, moringas e rios
Maria de todo sonho
De música e harmonia
Dos prados e dos pandeiros
Das festas de fevereiro
Maria das chegadas
e também das despedidas
Maria de todas as vidas
Maria de todas as horas
Maria Nossa Senhora
Mãe do menino Jesus
Rainha de toda luz
Roga por tudo
Que tudo é teu!
Andava pelo shopping. Passava bem rente às pessoas, sem, contudo, esbarrar. Odiava, tal qual a mãe de Amélie, tocar em pessoas desconhecidas. Mas encarava as ditas pessoas, fixamente. Ia olhando as pessoas e rotulandos-as: Gorda! Retardado! Descarada! Gay! Bunda Mole!, e, a cada novo rótulo, ele se deliciava… Pensava em dar um tapa bem no meio da cara de uma senhora que passava ao seu lado, ou de empurrar uma garçonete com uma bandeja cheia de pratos, cuspir na comida exposta num restaurante a quilo, derrubar café quente em cima da atendente, no quiosque de café… Pensava em sair correndo e gritando no shopping! Pensava em entrar nas Americanas e derrubar as caixas de brinquedos, pegar os cds e jogá-los, displicentemente, um a um, no chão… Pensava em ficar pulando numa cama exposta na melhor loja de móveis do shopping, em contratar uma viagem internacional, na Agência de viagens, demorar umas duas horas torrando a paciência do atendente com perguntas exdrúxulas e na hora de passar o cartão, dizer que está muito caro fazer uma turnê de 45 dias na Europa e falar que vai passar uma semana em Morro de São Paulo, num albergue legal. Entrar no banco, esperar 15 minutos e começar a fazer um escarcéu por causa da lei federal. Gritar com o gerente. Criar caso com o segurança, chamá-lo de nazista preconceituoso. Sair de lá, retado e ir direto à administração do shopping, pedindo que a agência seja fechada. Ficar indignado ante a recusa e prometer ir a Varela! Ir ao SAC, e bem no meio do povo, se jogar no chão com uma pastilha de sonrisal na boca. Ficar imitando convulsões, enquanto espuma pela boca. Cuspir na cara de qualquer pessoa que te oferecer alguma coisa pra beber.
É isso mesmo!!! Ele estava num mal dia…
O regresso de Itapetinga sempre me traz uma certa melancolia. Um sentimento que me fala, ao pé do ouvido, que da próxima vez que eu estiver lá, eu estarei diferente, tudo estará diferente. Nunca a experiência é a mesma. Pode, para alguns, ser um sentimento reconfortador, acaso a viagem não tenha sido boa. Mas para mim, sempre é um sentimento desconfortável. Após alguns dias nessa terrinha de São Salvador, a gente volta a se acostumar com essa turbulência. Ainda assim, os primeiros dias são tristes. Saio de uma casa cheia, e volto à solidão do convívio comigo mesmo – que às vezes é assustador…rs. É um sentimento ao qual eu já deveria ter me acostumado, dadas as inúmeras vezes que o sinto. Mas não me acostumo com coisas, sentimentos, pessoas, enfim, com tudo o que me faz sofrer, pois acredito que nascemos para ser felizes. O mínimo que podemos fazer é tentar. Apesar de tudo o que vemos todos os dias, e que eu não consigo me acostumar, graças a Deus, há um germenzinho em mim que diz: Tudo vai melhorar. Ô esperançazinha que não morre!!!
Cá estou eu. Mesmo já tendo me despedido, tive de fazer um novo post. Ainda no PC, logo após ter publicado o post, minha mãe me chama na cozinha para provar caldo de pinto. Não sei se aí em Salvador é normal as pessoas tomarem caldo de pinto. Eu sei é que, mesmo sendo do interior, acho a referência péééssima. Aqui em casa, minha mãe ainda serve alguns pratos como Picuara e Quenga. São os que me recordo agora. Imagine, convidar pessoas para comer quenga em sua casa?
Pois é… É chegada a hora. E saber que 13 dias voam, quando estamos perto dos nossos entes queridos. Tirei várias fotos, que disponibilizarei para vocês assim que New fizer um Flirck pra mim, que eu nem me habilito a fazer. Falndo em coisas que eu CONSIGO fazer, ontem consegui fazer vovó Olga tirar algumas fotos comigo. Pena que vovó Cecé tá com o queixo roxo. Daí não deu pra tirar. Hoje tem um churrasco do Dia dos Pais na Maçonaria, que meu pai é maçom, e amanhã a gente deve fazer outro aqui em casa. Gente, eu engordei 3,5 kg. Nem a sauna do clube ajudou. Não se assustem acaso me vejam rolando pelas ladeiras de Salvador.
Ah, aproveitando o tom do post, gostaria do fundo do meu coração, de agradecer a cada um de vocês, pelas palavras de carinho nos comments, e pela simples passagem pelo blog. Beijos a todos.
Minha avó tomou outra queda. Pense numa velhinha que gosta de cair… Mas dessa vez, graças a Deus, não teve nenhuma fratura. E saber que ela caiu de rosto no chão… O queixo tá todo roxo! É uma tradição, na família da minha mãe, as mulheres caírem: minha mãe, minhas tias e avó. Até minhas priminhas começaram a entrar na roda. Já diz um ditado antigo, criado por mim, que a mulher da família que não cai, não tem sangue Cotrim. rs
Daí a explicação pela falta de posts. Tenho ficado lá na casa dela, paparicando e sendo paparicado.
Ontem teve a formatura de um colega de infância. Graduou-se em Zootecnia pela UESB – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, cujo campi é distribuído por algumas cidades, ficando o de Zootecnia, entre outros cursos, aqui em Itapetinga. Cheguei cedo- umas 23:00 h., porque odeio formaturas. Fui lá só pra dar um abraço nele. Fiquei até às 03:30 em cima da cama de minha irmã, conversando e comendo bobagens. Acordei hoje umas 10:30 e fui com minhas irmãs ao Coroas Country Clube. Quem dera se todas as cidades do interior tivessem um clube tão bom. Ficamos tomando uma cervejinha e a temperatura do dia, apesar de ensolarado, era de 20º. Uma delícia. Chegamos em casa, já atrasados para comer um pernil de porco à pururuca, com farofa de feijão de corda, com bastante torresmo… Meu Deus do Céu… eu só faço comer!!!! E tou saindo agora pra visitar minhas avós. Sim, porque eu tenho de ir diariamente na casa das duas, sob pena de ter minhas pequenas orelhas puxadas ao extremo. Brincadeirinha, mas elas ficam retadas se eu não for todos os dias na casa delas. Minha mãe já tá no carro me chamando. E saber que chegando lá vou “ter” que provar das guloseimas típicas de avós do interior…