Tides that I tried to swim against
Have brought me down upon my knees
Oh I beg, I beg and plead,
Come out of things unsaid
Shoot an apple off my head and a
Trouble that can’t be named
A tiger’s waiting to be tamed,
You are
You are
Confusion never stops
Closing walls and ticking clocks
Gonna come back and take you home
I could not stop that you now know,
Come out upon my seas
Cursed missed opportunities
Am I a part of the cure?
Or am I part of the disease?
And nothing else compares
Oh nothing else compares
Queria muito que pudesses ler o que eu sinto. Queria poder transmitir a realidade dos meus olhos. Sem dúvidas, sem dívidas.
Sempre acreditei no poder da intenção. Aquela que é mais que motivo, mais que razão, ou justificativa. Aquela que não precisa ser. E só é para quem tem. Mas o tempo, o tempo… Sempre ele e mais uma vez, me fez bobo. Pouco ligou para a minha intenção. Afinal, que seria eu, ou minha intenção no fio de Cloto? Mero defeito na seda, incapaz de evitar o tear…
E agora? Imperfeito, solto numa convulsão contida, até certo ponto. Tentar seria impertinente? Revelar mais do que já fora me tornaria fraco, ou a fraqueza revelada já foi excessiva a ponto de tornar inviável a tentativa? E cá estou, sangrando na esperança que aprecie meu vistoso sangue. Que se envolva na verve quente e inebriante do que me há de mais caro, fonte do que eu tenho de melhor e pior.